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O grupo, que incluiu os concelhos de Loulé a Vila Real de Santo António mas é coordenado pela câmara de Olhão, irá servir de intermediário entre os profissionais da pesca ou suas associações que apresentem projetos no âmbito do Programa Operacional de Pescas (PROMAR), para o período 2007-2013.

Na apresentação realizada hoje, os responsáveis alertaram a plateia de pescadores e armadores presentes que “esta ajuda não deve ser encarada com mais uns trocos, porque é limitada e deve servir projetos quem sejam sérios e tenham durabilidade”.

A mesma fonte explicou que o Grupo “pode apoiar pescadores que ficaram desempregados a encontrar outra actividade, mas também a sua família, criando novas formas de sustento na área da pesca ou do turismo”.

Os apoios podem ir, ainda de acordo com a fonte, desde “a recuperação e modernização de estruturas, equipamentos e infraestruturas existentes, à promoção de um melhor escoamento do pescado, ao restabelecimento do potencial de produção afetado por catástrofes naturais ou industriais ou à inovação e acesso a tecnologias da informação e comunicação”.

Rita Pestana adiantou que “a integração das actividades do setor com outras actividades económicas, como o ecoturismo, desde que o esforço de pesca não seja aumentado, o incentivo da pluriatividade por meio da criação de emprego ou a melhoria das competências profissionais” também são elegíveis para este apoio.

O GAC do Sotavento Algarvio, um dos sete criados a nível nacional, tem disponível uma verba de cerca de quatro milhões de euros, sendo 3,017 milhões provenientes do Fundo Europeu de Pescas e 721,4 mil euros disponibilizados pelo Orçamento de Estado.

Lusa

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