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O Epic Sana Algarve, situado na praia da Falésia, em Albufeira, foi apresentado à comunicação social na última sexta-feira e os seus responsáveis destacaram também a criação de mais de uma centena de postos de trabalho e o investimento de 65 milhões de euros como fatores positivos para uma economia que está em dificuldades devido à crise que afeta o país.

“A nossa política tem dado primazia ao nosso país, acho que, como empresa com 100% de capitais portugueses, temos que fazer o melhor que existe e começar pelo nosso próprio país, para demonstrar também, do ponto de vista internacional, que em Portugal se fazem coisas boas”, afirmou Carlos Silva Neves, administrador do Grupo Sana.

O administrador frisou que foi esta a estratégia que levou o grupo a planear a criação do ‘resort’ no Algarve, onde disse ter-se “apaixonado pela localização, pelo espaço e por toda envolvência”, numa zona de pinhal em cima da falésia que antecede a praia de São Rafael.

“O Algarve é uma escolha óbvia, porque faz parte do nosso país, é uma zona fantástica e tem muito ainda a dar do ponto de vista internacional”, acrescentou, manifestando a sua confiança na região, que é a zona do país com maior taxa de desemprego e com uma maior dependência da atividade turística em termos económicos.

Carlos Silva Neves espera que o Algarve se “posicione ao nível internacional como um destino de qualidade” e ganhe “estatuto no mercado internacional”.

O administrador disse que “a capacidade, as equipas, o produto, a qualidade e o reconhecimento que os clientes fazem da cadeia” foram fatores que incentivaram e deram “ainda mais ânimo para avançar com o projeto”, em tempos de crise.

“Acredito que vamos ter enorme sucesso com este empreendimento”, afirmou, precisando que a nova unidade, com 162 quartos, 24 suites, 43 apartamentos, restaurantes, bares, piscinas, spa e centro de congresso, se diferencia pelo “requinte e pela qualidade, mas também por todo o serviço e pela receção humana, com equipas jovens, muito competentes”.

Carlos Silva Neves frisou que a política do grupo é “não baixar os braços” e considerou que “todos devem ter ânimo para dar a volta ao país”, destacando os 130 postos de trabalho que o Epic Sana vai criar, depois de já ter também apostado em duas outras unidades em Lisboa.

“Com o Myriad by Sana, o Epic Lisboa e o Epic Algarve criámos 600 postos de trabalho em pouco espaço de tempo. E é uma alegria enorme poder contribuir desta forma para o país. O grupo está bem, recomenda-se e vai crescer, de uma forma sustentada, porque gostamos de qualidade e não de quantidade”, concluiu.

Lusa

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