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Em declarações à Lusa, o presidente da Câmara de Faro, Macário Correia, explicou que as obras, previstas há vários anos e que custarão no total cerca de 15 milhões de euros, irão servir mais de 3.500 pessoas das zonas rurais do concelho.

“Iremos ficar dentro de dois a três anos com o concelho de Faro numa situação normal que atualmente é muito deficitária com uma percentagem ainda grande de populações sem acesso aos cuidados básicos de natureza sanitária”, referiu.

O contrato que hoje foi assinado pela empresa municipal que gere as águas e resíduos, a Fagar, e a empresa que executará a obra refere-se a um investimento de 6,5 milhões de euros.

Depois de a primeira fase da empreitada estar já em curso há cerca de três meses, segue-se agora esta fase, que deverá arrancar no terreno dentro de um mês.

Ao abrigo desta última serão construídos 71 quilómetros de canalizações para distribuição de água potável e 49 para recolha e transferência de águas domésticas para a Estação de Tratamento de Águas Residuais (ETAR) nascente da cidade.

Serão ainda construídos dois reservatórios e duas centrais elevatórias, num total de 1.500 ramais de água e 800 de esgotos.

Lusa

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