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A publicação teve como base um projeto de investigação histórica sobre o Corpo Nacional de Escutas no Patriarcado de Lisboa, para os 90 anos do escutismo católico em Portugal. Em 2007, ano do centenário do escutismo mundial, o investigador João Vasco Reis publicou o seu trabalho de investigação sobre a história do escutismo nacional, editado pela Junta Central do CNE, com o título “Corpo Nacional de Escutas – Uma História de Factos”, cujo lançamento teve lugar em Fátima, no Verbo Divino, a 27 de maio desse ano, data do aniversário do CNE. O livro foi apresentado por D. Manuel Clemente, na altura bispo do Porto, que também assina o prefácio.

Nessa ocasião, a Junta Regional de Lisboa do CNE propôs a João Vasco Reis que encetasse um trabalho de investigação acerca do escutismo no Patriarcado de Lisboa, que agora se concretiza. O resultado dessa investigação, que durou cerca de quatro anos, fruto de uma complexa e demorada pesquisa, materializou-se num livro monumental de 616 páginas que conta a história do escutismo católico ao longo dos seus 87 anos no patriarcado, região que contribuiu decisivamente para a evolução e solidificação do escutismo em Portugal ao longo de 90 anos.

Com prefácio do patriarca emérito de Lisboa, o cardeal D. José Policarpo, o documento agora editado foi lançado (tal como o livro de 2007) a 27 de maio (aniversário do CNE) e contou com a apresentação do bispo auxiliar de Lisboa. D. Joaquim Mendes, juntamente com o chefe nacional do CNE, Carlos Alberto Pereira, e o chefe regional de Lisboa, José Carlos Oliveira.

Edição de grande vulto, como nunca o escutismo português teve ao longo da sua história, o trabalho é ilustrado com centenas de fotos e documentos, muitos deles raros e inéditos, constituindo um contributo histórico e sociológico para o estudo da juventude e dos movimentos da Igreja em Portugal e das suas diversas relações, ao longo do século XX e início do XXI.

O historiador João Vasco Reis, natural de São Bartolomeu de Messines, foi durante vários anos escuteiro no Agrupamento 181 de Silves e tem ocupado diversos cargos no escutismo católico português na região do Algarve. Atualmente é membro do Conselho Fiscal e Jurisdicional Regional do CNE e chefe do Agrupamento 1331 – São Vicente, Marítimos de Carvoeiro.

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