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José Batista, diretor do serviço de cardiologia, realçou a importância da abertura deste serviço para os doentes do Algarve que “passarão a ter a hipótese de ser submetidos a cirurgias cardíacas sem terem de se deslocar a Lisboa, como acontece com os utentes do Serviço Nacional de Saúde”.

Como o Hospital de Faro não faz este tipo de cirurgias, os doentes são encaminhados para unidades de saúde em Lisboa, situação que agora pode ser alterada para quem possa pagar o valor inerente a uma operação cardíaca. Já os doentes do SNS que não tenham essa possibilidade vão continuar a ser encaminhados para hospitais da capital, uma vez que o Hospital Particular do Algarve não tem acordo com a Administração Regional de Saúde do Algarve.

Sobre o investimento de 35 milhões de euros no novo centro, José Batista acrescentou ainda que “num momento em que o país está em crise, o Hospital decidiu dar um passo em frente e criar este centro. O que pretendemos é dar uma resposta de qualidade, numa valência que só existia a 300 quilómetros de distância”.

Liliana Lourencinho com Lusa
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