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“Sabem porque é que é ineficaz a nossa catequese? Porque não falamos da nossa experiência e limitamo-nos ao guia do catequista”, lamentou ontem à tarde o sacerdote na eucaristia de encerramento do Dia Diocesano do Catequista que teve lugar na igreja de São Tiago. “É preciso falar da minha experiência, do meu encontro como o Senhor e mostrar aos meus catequizandos que aquilo que eu lhes estou a dizer é verdade para mim, é vida, salvação e esperança para mim” afirmou.

Exortando ao “ânimo” e à “coragem”, aquele responsável explicou ainda que o catequista não é chamado a “fazer coisas muito bonitas e muitas belas” mas “a mostrar, dar a conhecer e a falar de Deus”. “É essa a nossa principal missão e, no nosso trabalho catequético, deve ser essa a nossa preocupação”, afirmou, desafiando os catequistas a serem “portadores da mensagem da esperança da salvação” e a levarem o nome de Deus onde ele não é conhecido.

A terminar, o padre Flávio Martins lembrou que “só professa, quem escuta e deixa que Deus fale”. “É isso que nos falta também muitas vezes”, disse, criticando o corrupio em tantas vezes se transforma a atividade daqueles agentes da pastoral profética.

Samuel Mendonça

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