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A IURD considera que até agora "foram apresentadas diversas justificações, muitas delas contraditórias, para a prática deste ato" e sustenta que está disponível para "prestar qualquer informação que se venha a revelar essencial" para ajudar à investigação.

"A IURD quer agradecer a pronta intervenção da GNR e da PSP que permitiram deter, identificar e fazer presente a Tribunal o senhor que praticou um ato, a nosso ver, totalmente censurável", afirmou a igreja num comunicado, frisando que "não deixará de exigir responsabilidades criminais e civis ao autor".

Para a IURD, "nada justifica" a ação do homem de cerca de 40 anos, que alegou ter dado à igreja cerca de 100.000 euros.

"De momento nada mais há acrescentar para além de sublinharmos que os danos foram avultados, que o culpado será levado à justiça e que a Igreja tem total confiança nas entidades oficiais", afirmou ainda a IURD.

Lusa

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