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"Crianças e pais entraram em pânico, toda a gente sem perceber bem o que se passou, mas felizmente não houve danos pessoais", disse o autarca, adiantando que por toda a localidade, o mau tempo arrancou árvores, postes de iluminação pública, partiu janelas e provocou estragos em telhados.

Artur Santana afirmou que quer o jardim de infância quer a escola básica de Alvor foram encerradas, procedendo-se agora à limpeza e arranjos mecessários.

Uma moradora de Alvor, Filipa Silva, referiu à Agência Lusa que o mau tempo provocou inundações, especialmente na zona ribeirinha.

Filipa Silva, dona de um bar, indicou que o mau tempo coincidiu com a maré cheia e que o acesso na zona ribeirinha ainda está condicionado.

O presidente da Junta indicou que houve um estabelecimento hoteleiro cujo telhado ficou danificado e que várias campas do cemitério ficaram estragadas devido à queda de árvores.

O diretor regional de educação do Algarve, Alberto Almeida, adiantou à Agência Lusa que houve estragos também numa escola básica do agrupamento Nuno Mergulhão, de Portimão, e que foi fechada a EB23 Jacinto Carreira, de Lagoa, bem como as do agrupamento Rio Arade.

Alberto Almeida afirmou que se está a trabalhar para arranjar os estragos provocados pelo mau tempo, mas que "não é certo" que todos os estabelecimentos possam abrir portas na segunda-feira.

A Câmara Municipal de Lagos mandou também encerrar as escolas como medida de prevenção.

Fonte da GNR de Faro adiantou que o mau tempo chegou até Albufeira, provocando inundações, nomeadamente em Paderne.

Os estragos causados pelos ventos fortes nos concelhos de Lagoa e Silves, no Algarve, provocaram dez feridos, dois deles em estado grave, indicou à agência Lusa o INEM.

Segundo fonte do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM), nove dos dez feridos foram transportados para os hospitais de Faro e Portimão e um deles recebeu tratamento hospitalar no local.

Lusa
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