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Terminado pouco antes da morte de Saramago, o filme retrata o dia a dia do escritor e da jornalista espanhola na sua casa na ilha de Lanzarote e o processo de criação da penúltima obra do escritor, “A viagem do elefante”.

Para realizar o documentário, a equipa de Miguel Gonçalves Mendes, de 32 anos, acompanhou o casal durante quatro anos e filmou mais de 200 horas, tendo feito viagens entre Portugal, o Brasil e a Finlândia.

“José & Pilar”, que abriu na passada semana o festival “DocLisboa”, tem estreia no circuito comercial marcada para o dia em que o escritor português faria 88 anos, a 16 de novembro.

No dia em que o festival abre serão ainda exibidos, ao final da tarde, os documentários “The Mourning of the Merry Stork”, uma produção que junta a Suíça e o Líbano, e “Un transport en Commun”, da França e Senegal.

Na quarta-feira, dia 27, são exibidos os filmes “Tehroun”, do Irão e França, e “Acácio”, do Brasil, ao que se seguem, no dia seguinte, os filmes “Jaffa, the Orange’s Clockwork” e “My Theran for Sale”.

Na sexta-feira podem ser vistos no auditório do Museu Municipal de Portimão os filmes “Ich Bin Enrico Marco”, de Espanha, e “Eyes Wide Open”, de Israel e Alemanha e “Buried Secrets”, da Tunísia.

O certame encerra com os filmes “Women without Men”, “10 to 11” e “Fantasia Lusitana”, o segundo filme português a ser exibido na mostra.

Lusa

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