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De acordo com o coordenador do Secretariado Diocesano da Pastoral Juvenil (SDPJ) do Algarve, esta cerimónia, marcada para as 20 horas locais (menos uma em Lisboa) pode ser “o início de uma jornada extremamente sentida e vivida, a nível espiritual”.

“Apesar de parecer à primeira vista uma grande confusão, as Jornadas Mundiais são uma oportunidade única para buscarmos o silêncio e a paz no meio da multidão, entre os milhares de pessoas que vão estar presentes”, sublinha Nélson Farinha.

A delegação da diocese do Algarve, liderada pelo bispo D. Manuel Quintas, chegou esta manhã à capital espanhola depois de várias horas de viagem e muitos quilómetros percorridos de autocarro.

Depois de retemperar forças, a comitiva montou “quartel-general” em dois pontos da cidade de Madrid: um no colégio Juan Gris, situado no bairro de Vallecas; outro na paróquia de São João Evangelista, integrada no bairro de Salamanca.

Para grande parte dos jovens do grupo, trata-se da primeira oportunidade que têm de participar naquele que é considerado como o maior encontro juvenil da Igreja Católica.

“Penso que se vão viver momentos de grande enriquecimento, através da partilha dos jovens uns com os outros”, adianta Sandra Fagundes.

Por outro lado, refere a jovem de 29 anos, o “número” esperado de participantes (cerca de um milhão e meio nos seis dias de certame) irá “contribuir bastante” para o reforço da fé entre os mais novos.

Outra curiosidade para os jovens será o contacto mais direto com Bento XVI, que chega esta quinta-feira a Espanha.

“Penso que as jornadas serão muito fortes, muito intensas, mas o mais difícil virá depois, na realidade de cada um, e aí as palavras do Papa serão muito importantes”, defende Dina Rochate, de 21 anos, que também se estreia nestas andanças.

Decisiva para o grupo de jovens da diocese do Algarve é a companhia de D. Manuel Quintas que, de acordo com Nélson Farinha, não se cansou de incentivar os peregrinos ao longo da viagem.

“Muitas vezes há aquela ideia de que o bispo está num determinado patamar, não sai dali e não chega aos jovens, e ao mostrar que a cabeça da diocese está com eles, D. Manuel Quintas foi um grande sinal de estímulo”, conclui o coordenador do SDPJ Algarve.

Folha do Domingo/ Agência Ecclesia
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