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Os 9 recém licenciados da Universidade do Algarve vivem desde setembro de 2011 na aldeia de Querença, onde, segundo o coordenador do projeto ‘Querença’, João Ministro, “têm procurado desenvolver projetos inovadores, criativos e sustentáveis [como a manutenção e cultivo de terrenos agrícolas, criação da primeira rota para libéluas e libelinhas ou a produção de viveiros de plantas autóctones]”.

Segundo Teresa Salema, da ‘Portugal Telecom’ – um dos parceiros do projeto, pretende-se que Querença se torne na primeira “smart village” do país e um exemplo a nível nacional de como as telecomunicações podem “potenciar o desenvolvimento das economias locais”. Para tal, a empresa financiará a instalação de tecnologia de ponta, como uma rede de fibra ótica, cobertura por rede móvel de 4G e a criação de um mercado online para produtos regionais.

Rúben Oliveira com Lusa
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