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O projeto definido para o Parque Ribeirinho compreende uma primeira fase de requalificação e valorização do espaço público e numa segunda fase contempla a interligação dos percursos pedonais do parque à Ecovia do Algarve, com ligação à ilha de Faro.

A obra vai permitir requalificar uma área de cerca de 16 hectares na frente ribeirinha de Faro, junto ao Teatro Municipal de Faro e o Montenegro.

Apesar de já ter sido aprovado há alguns meses, “só agora houve condições para lançar o concurso para a empreitada e fiscalização da obra”, explicou hoje à Lusa o presidente da Câmara de Faro, Macário Correia.

O projeto inclui a criação de várias praças, um anfiteatro ao ar livre com capacidade para 350 lugares, percursos interpretativos, equipamentos infantis e geriátricos, um circuito de manutenção, parque de merendas e uma zona de restauração com alguns estabelecimentos de bebidas e snack-bar.

“O dinheiro está garantido e não houve expropriações, mas sim aquisições amigáveis combinadas há algum tempo com os proprietários”, assegurou à Lusa o autarca, que indicou que as obras vão avançar a partir do fim do verão.

O concurso público determina um prazo de 300 dias seguidos para a conclusão da obra, que terá um custo total de 2,9 milhões de euros.

O financiamento previsto para a criação do passeio ribeirinho de Faro provém do fundo comunitário PO Algarve21 (Programa Operacional), numa fatia de 2.055.663 euros, do Programa de Intervenção do Turismo (836.281 mil euros), da Câmara de Faro, enquanto acionista na sociedade Polis (355.953 euros) e através de um “financiamento adicional” (178.208 mil euros).

Lusa

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