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Lausperene da Igreja algarvia concluiu-se com apelo a que se prossiga naquela iniciativa

Foto © Samuel Camacho
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A Igreja Católica algarvia concluiu na passada sexta-feira a cadeia de oração permanente ao Santíssimo Sacramento (lausperene), iniciada no dia 2 deste mês para pedir a Deus vocações de consagração, tanto no sacerdócio como na vida religiosa ou nos institutos seculares.

A iniciativa, que se realiza anualmente desde 2004, é promovida pela equipa formadora do Seminário de Faro e, ininterruptamente, durante 15 dias, dia e noite, percorre todas as paróquias da diocese algarvia, sendo assegurada também pelas congregações, grupos e movimentos católicos.

Na celebração de encerramento, que teve lugar na igreja da Luz de Tavira, o reitor do Seminário de Faro quis “agradecer a Jesus a coragem e a força que deu a tantos cristãos para não deixarem que este fosse um tempo perdido, um tempo para os outros cumprirem”. “Cada um assumiu na sua própria vida que este é um dom de Deus que não se pode desperdiçar e um tempo de voltarmos para o Senhor, rezando-lhe pelos seminaristas, por tantos jovens e adolescentes que se interrogam, por tantos homens que hoje já aceitaram dar o seu sim ao Senhor e servem a nossa Igreja através do ministério sacerdotal”, afirmou o padre António de Freitas, lembrando que “a critica destrói, mas a oração tem o poder de salvar”.

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“Este tempo, mais do que olharmos para ele como um tempo em que nos temos de esforçar, é sobretudo um tempo onde a graça de Deus atua naqueles que se deixam interpelar por este Senhor que nos diz: «Vigiai e orai»”, prosseguiu, reconhecendo que “nem sempre é fácil para as comunidades cristãs conseguirem estar, às vezes, tanto tempo em adoração”.

Foto © Samuel Camacho
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“Que saibamos dar graças a Deus por este tempo que nos foi concedido viver e peçamos também ao Senhor que não deixe esmorecer o desejo de continuarmos, ano após ano, a fazer este exercício de oração ao Santíssimo como momento de pedirmos de modo especial pelas vocações”, desejou.

“Não nos deixemos levar pelo desânimo. Acreditemos que o Senhor escuta as preces do seu povo e continuemos fiéis neste desafio de rezar permanentemente pelas vocações”, acrescentou na celebração que contou também com a participação do padre Rafael Rocha, pároco da Luz de Tavira, e do padre Vasco Figueirinha, prefeito do Seminário de São José.

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O sacerdote realçou o testemunho como “ponto fundamental” para a pastoral vocacional que disse depender de todos, no modo como vivem o seguimento de Jesus. “É preciso sermos esta Igreja que transborda e respira felicidade porque está com Ele, porque sabe que é Ele que nos conduz, guia e nunca nos deixa desamparados”, afirmou, advertindo que “da alegria de cada um depende também a pastoral vocacional”. “Ninguém se encantará por Jesus se vir sempre no rosto dos cristãos, gente triste e desanimada. Por vezes, o nosso rosto pesado não faz com os outros se sintam seduzidos por Jesus”, alertou.

O formador exortou ainda a “lançar as redes do desafio aos jovens”, “com a oração, mas também no dia-a-dia”. Nesse sentido, apelou a falar em casa do ministério sacerdotal e a rezar em família pelas vocações como “um modo de fazer pastoral vocacional”.

com Samuel Camacho

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