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A medida radica nos benefícios que produz a junção e coordenação dos serviços de gestão dos espaços verdes e de limpeza urbana, bem como na eliminação de contratos e protocolos diversos, envolvendo Juntas de Freguesia, empresas privadas e associações de moradores.

A Câmara de Faro sublinha em nota de imprensa que “deste modo, uniformiza-se a limpeza do concelho, reduzem-se custos e operacionaliza-se o serviço, os meios humanos e a maquinaria”. “Faro terá, por isso, melhor limpeza a mais baixo custo para o erário público”, refere a autarquia, acrescentando que se cria assim “uma coordenação integrada da recolha dos resíduos resultantes da manutenção de jardins e da limpeza urbana em articulação com as tarefas de varredura manual, varredura mecânica, lavagem de arruamentos, monda e poda”.

“Os benefícios traduzem-se a vários níveis e importa referir que haverá uma redução dos «conflitos de fronteira» de serviços prestados (evita-se a duplicação de ações no espaço público: canteiro/passeio), que se traduzirá numa acentuada melhoria do serviço”, refere ainda o documento enviado às redações.

A Câmara de Faro sublinha a “urgência” desta medida e lembra que “está claro que a coordenação global e integral dos serviços de limpeza, gestão de jardins, de frentes balneares e dos núcleos habitacionais das ilhas, clarifica responsabilidades, melhora a qualidade dos serviços e permite economias de escala”.

Segundo a autarquia “a efectivação dos contratos o município assume com a Fagar um encargo na ordem dos 1,3 milhões de euros para o corrente ano acrescidos de cerca de110 mil euros, para os serviços que vão ser efectuados nas praias e nas ilhas”.

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