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A mesma fonte adiantou que, em Tavira, as estradas municipais 397 e 1236, perto das ribeiras da Asseca e da Almargem, respetivamente, também já foram reabertas ao tráfego, mas a 514 continua cortada ao trânsito, também na zona da ribeira da Asseca.

Relativamente às 20 pessoas que ficaram hoje desalojadas em Loulé devido ao mau tempo, o CDOS de Faro informou que oito delas, seis que se encontravam no quartel dos bombeiros e duas no centro de saúde, já estão com a sua situação resolvida temporariamente ou em vias de resolução.

"Já foram realojadas numa pensão de Quarteira pelos serviços de Ação Social da Câmara [de Loulé]. Há também o caso de uma senhora que está acamada e está no centro de saúde, que irá ser brevemente transferida para uma instituição que tenha disponibilidade para acolhê-la, uma vez que não precisa de ajuda médica mas precisa de acompanhamento", acrescentou a adjunta do Comando.

A mesma fonte disse que se verificou também "um reforço de meios no terreno", onde se encontram 39 veículos e 84 operacionais, porque "os pedidos de ajuda continuam a chegar, de pessoas que, com o fim do mau tempo, se deslocam a garagens que estão com água ou segundas habitações que também foram afetadas".

Vinte pessoas ficaram hoje desalojadas devido ao mau tempo no concelho de Loulé, o município algarvio mais afetado esta madrugada pela chuva, disse à agência Lusa fonte do Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Faro.

Das 105 inundações registadas durante a madrugada no Algarve, 94 foram no concelho de Loulé.

Em Loulé, o mau tempo obrigou ainda à suspensão do transporte ferroviário de passageiros entre a cidade e Boliqueime, serviço que foi efetuado por autocarro enquanto a situação não foi resolvida, segundo uma fonte da CP.

Na Estrada Nacional 125, entre Loulé e Boliqueime, há também registo de fortes inundações, constatou a Lusa no local.

Já em Tavira, a subida da água provocou o corte de duas estradas, nas zonas da ribeira do Almargem e Ponte de São Domingos, disse à Lusa o presidente da autarquia, Jorge Botelho, frisando que não houve registo de inundações ou danos substanciais nesta cidade, nem de pessoas desalojadas.

Em Vila Real de Santo António não houve casas nem bens afetados, mas a autarquia cortou várias ruas ao trânsito por segurança, disse o presidente da autarquia, Luís Gomes.

Lusa
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