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Na assembleia municipal, o documento foi aprovado por maioria com 23 votos a favor (22 do PSD e um do CDS), 11 votos contra (10 do PS e um do BE) e três abstenções de deputados socialistas.

“A conclusão da Escola EB1 com jardim-de-infância da Fonte Santa, em Quarteira, será o grande destaque com um investimento total de 2,3 milhões”, lê-se numa nota enviada à Agência Lusa.

Na renovação e ampliação do parque escolar a autarquia prevê ainda investir cerca de um milhão de euros, com a ampliação das escolas EB1 (escolas básicas do primeiro ciclo) de Boliqueime e de Salir.

O Orçamento e as Grandes Opções do Plano para 2013 definem ainda como prioridades o saneamento básico, a rede viária e a área social.

No saneamento e abastecimento de água, a autarquia prevê investir 1,1 milhões de euros na obra das Benfarras e Vale Judeu e vai apostar também no reforço de abastecimento de água ao litoral de Almancil e na ampliação do sistema de rede de esgotos do Parragil.

Segundo a autarquia, na rede viária o maior investimento (1,8 milhões) contempla a beneficiação da EN125-4 (ligação Loulé/Faro da estrada nacional), o prolongamento da Avenida Sá Carneiro até à Fonte Santa, a construção e a reparação de estradas e caminhos municipais e a comparticipação para a Circular de Loulé – Variante Norte, variante à EN270 e variante à EN396.

Para a comparticipação em equipamentos sociais de apoio à infância e terceira idade foi destinada uma verba de 1,8 milhões.

Quanto às transferências, no âmbito dos contratos-programa com as juntas de freguesia e outras entidades, está destinada a verba de 1,7 milhões, dos quais 571 mil euros para as empresas municipais (InfraQuinta, InfraLobo, InfraMoura e Loulé Concelho Global).

De acordo com a Câmara de Loulé, o Orçamento e as Grandes Opções do Plano de 2013 “são caracterizados por um decréscimo significativo dos meios financeiros disponíveis, comparativamente com o investimento realizado nos anos subsequentes”.

“Incluem as despesas que serão financiadas pelo Programa de Apoio à Economia Local (PAEL), no montante global de 15 milhões, dos quais 6,9 milhões em despesas de capital e os restantes em despesas correntes”, destaca o documento.

A autarquia estima que as receitas correntes atinjam o montante de 78,3 milhões, “representando um decréscimo de 0,6% relativamente ao Orçamento de 2012, e um total de 46,5 milhões de receitas de capital, menos 34% face ao ano passado”.

Lusa

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