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Duas equipas do Corpo de Intervenção da PSP, agentes da Escola Segura e investigação criminal e cerca de 50 militares da Manutenção da Ordem Pública e da Unidade Segurança e Honras de Estado vão reforçar a segurança no Algarve este verão, segundo disseram hoje à Lusa fontes policiais.

“Os 100 elementos que podem vir para o Algarve são um número insignificante para a região, porque não estão ao serviço 24 horas por dia, durante sete dias da semana”, observou o presidente da AMAL, alegando que o Algarve necessita de “várias centenas de agentes para assegurar um patrulhamento permanente nos 16 concelhos da região”.

Macário Correia, que representa os autarcas do Algarve através da AMAL, pediu ao próximo Governo, que vai entrar em funções, para “reponderar as decisões tomadas pelo atual Governo”.

“Estou confiante que pese embora as dificuldades relacionadas com a crise e com a admissão de pessoas na função pública, admito que possa haver um reforço maior”, declarou Macário Correia.

Para o presidente da AMAL, se os portugueses se mudam para o Algarve no verão, então “o efetivo policial tem de acompanhar a população nas devidas proporções”.

A população do Algarve triplica no verão, passando de 400 mil habitantes para perto 1,5 milhões de pessoas.

Atualmente prestam serviço 2.090 elementos (1.224 da GNR e 866 da PSP) no distrito de Faro. Em Albufeira estão ao serviço 172 militares da GNR.

A 31 de maio, o Ministério da Administração Interna (MAI) deu orientações à GNR e à PSP para reforçarem a atividade operacional no Algarve para aumentar o nível de segurança e intensificar a prevenção da criminalidade na região.

Lusa

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