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Segundo Macário Correia, a Câmara de Faro terá em maio um corte de 200 mil euros devido a esta decisão do executivo de coligação PSD/CDS-PP.

O autarca explicou que estas verbas seriam essenciais para ajudar os bombeiros a montarem as equipas de prevenção de combate a incêndios, preparar as praias e garantir a limpeza das ruas, trabalhos que afirma estarem em causa: “está em causa o dispositivo operacional dos bombeiros e todas as infraestruturas de manutenção de praias e de limpeza para o verão”.

Na ótica do presidente da AMAL, a situação é “ainda mais grave porque os municípios do Algarve têm uma situação financeira pior que os do resto do país devido a uma quebra de receitas mais acentuada”, tomando como exemplo a descida de 30% no Imposto Municipal de Transmissões (IMT) no primeiro trimestre do presente ano, relativamente a 2011.

Macário Correia considerou que o “Governo tem que ponderar bem o que está a pedir aos municípios” e anunciou que a AMAL “vai ter uma reunião com o ministro [Adjunto e dos Assuntos Parlamentares] Miguel Relvas a 2 de maio”, na qual “irá explicar com rigor o que está em causa” se o Governo consumar a medida.

Rúben Oliveira com Lusa
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