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Marcha lenta no Algarve assinalou um ano sobre a introdução de portagens na Via do Infante

Em 08 de dezembro de 2011, o Governo decidiu introduzir portagens nas autoestradas Sem Custos para o Utilizador (SCUT), na A22 (conhecida como Via do Infante), A25 (Aveiro/Vilar Formoso), A24 (Viseu/Chaves) e A23 (Torres Novas/Guarda).

“É a continuação da luta contra as portagens, que classificamos como uma injustiça que contribui para asfixiar a economia da região”, disse à agência Lusa João Vasconcelos, da Comissão de Utentes da Via do Infante, uma das entidades organizadoras do protesto.

“Além dos problemas económicos, as portagens fizeram aumentar os acidentes na EN125, alguns dos quais, com o registo de mortes”, destacou o responsável.

A caravana automóvel percorreu em marcha lenta parte da EN125, entre as Quatro Estradas e a Fonte de Boliqueime, no concelho de Loulé, com paragens simbólicas em dois pontos onde se verificaram acidentes com vítimas mortais, um dos quais em Vale Judeu.

“Foi uma forma de homenagearmos as vítimas, ao colocarmos um memorial nos locais onde faleceram”, observou João Vasconcelos.

A Comissão de Utentes da Via do Infante promete continuar a lutar contra as portagens e está a programar várias iniciativas de contestação para os próximos meses.

João Vasconcelos disse que a comissão pretende também “sensibilizar as várias forças da região, para a formação de uma plataforma alargada, que possa reivindicar junto do ministro da Economia, Álvaro Santos Pereira, a revogação das portagens na Via Infante de Sagres.

Lusa

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