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O Serviço de Estrangeiros e Fronteiras considerou infundados sete dos pedidos de proteção internacional formulados pelos oito marroquinos que desembarcaram no Algarve em 11 de dezembro passado, sendo que cinco deles estão em paradeiro desconhecido, informou ontem o SEF.

Em resposta à agência Lusa, o SEF refere que, além da resposta negativa dada a sete dos pedidos de proteção internacional, se registou “uma admissão tácita do pedido relativa ao menor que se encontrava no grupo”, do qual “cinco encontram-se em paradeiro desconhecido”.

Quanto ao desembarque de 11 cidadãos marroquinos, em 29 de janeiro último, o SEF esclareceu que “três foram já objeto de decisão ao pedido de proteção internacional apresentado que considerou o pedido infundado e oito não foram ouvidos pelo SEF por se encontrarem em paradeiro desconhecido”.

Por outro lado, os sete cidadãos marroquinos que desembarcaram numa praia do Algarve no passado dia 06 de junho foram acolhidos pelo Conselho Português para os Refugiados.

“Atualmente, já se encontram agendadas as respetivas entrevistas no Gabinete de Asilo e Refugiados do SEF”, adianta o SEF.

A informação prestada pelo SEF não adianta pormenores sobre o caso dos 22 migrantes oriundos do Norte de África que hoje foram detetados ao largo de Quarteira, Faro.

Os 22 migrantes são todos do sexo masculino, encontram-se atualmente à guarda do SEF, que está a desenvolver os procedimentos necessários para apurar as suas identidades, bem como avaliar o enquadramento da situação, uma vez que chegaram sem documentos.

A região do Algarve recebeu nos últimos seis meses 48 imigrantes ilegais provenientes do norte de África.

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