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O encontro do ministro Miguel Macedo com os responsáveis da Proteção Civil deverá realizar-se na próxima hora, tendo como objetivo uma avaliação de todos os incêndios que estão ativos no país, e uma possível revisão dos meios que estão a ser usados no combate aos fogos, referiu a mesma fonte.

Após a reunião na Proteção Civil o ministro parte para Tavira para nova reunião com as autoridades do Algarve, no sentido de

fazer novo ponto da situação.

Perante a avaliação da situação o ministro poderá tomar decisões quanto aos meios utilizados no combate aos incêndios de maiores proporções.

De referir que a Proteção Civil acionou hoje à noite grupos de reforço de Aveiro, Leiria e Porto para apoiar as operações de combate ao incêndio que lavra há mais de 24 horas no concelho algarvio de Tavira.

Segundo informação disponibilizada na página da Internet da Autoridade Nacional da Proteção Civil, pelas 21:00 foram acionados cinco grupos de reforço para combate a incêndios florestais – um de Aveiro, dois de Leiria e dois do Porto.

Hoje tinham já sido acionados grupos de reforço de Lisboa (um) e Setúbal (um), além de cinco pelotões de militares.

Desde o final da tarde de quarta-feira que o fogo, que deflagrou às 14:10 do mesmo dia, tem quatro frentes ativas.

Às 21:00, estavam mobilizados para este incêndio 482 elementos de forças de socorro, apoiados por 149 veículos.

Em entrevista à RTP, o ministro da Administração Interna, Miguel Macedo, explicou que o incêndio de Tavira e o da Madeira são os que suscitam maior preocupação, lembrando que durante todo o dia foram acionados 10 meios aéreos para o combate a este incêndio de grandes proporções.

O ministro regressou esta tarde da Madeira, em que verificou no local as zonas mais afetadas pelos incêndios tendo manifestado apoio e solidariedade do Governo da República ao governo regional.

No Funchal, o ministro da Administração Interna frisou que a situação na Madeira estará a caminhar para a normalidade, depois de quase um dia de vários incêndios, se as condições meteorológicas se mantiverem, nomeadamente quanto ao vento.

Lusa

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