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Núcleo de Faro da LIAM celebrou 75 anos de trabalho missionário

O núcleo de Faro da Liga Intensificadora da Ação Missionária (LIAM) celebrou no passado domingo 75 anos de vida e a efeméride foi assinalada com a celebração da eucaristia na igreja de Nossa Senhora do Carmo, em Faro.

Foto © Samuel Mendonça/Folha do Domingo

Fundada em Fátima em 1937, a LIAM é um movimento de leigos que procura dar visibilidade e vivência à dimensão missionária da Igreja em Portugal e, ao mesmo tempo, apoiar a missão que se faz além-fronteiras. Na Diocese do Algarve conta com 11 núcleos.

Foto © Samuel Mendonça/Folha do Domingo

Na eucaristia presidida pelo bispo do Algarve, D. Manuel Quintas destacou que “pertencer à LIAM significa servir-se da ajuda deste movimento para ser melhor cristão, para viver de uma maneira mais fiel o batismo, sobretudo nesta dimensão missionária”. “Queremos louvar o Senhor por estes 75 anos, em que tanta gente que aderiu a este movimento aqui na diocese foi beneficiada por ele no que diz respeito a viver de maneira mais consciente, dedicada e intensa a dimensão missionária que brota do batismo”, sustentou.

Foto © Samuel Mendonça/Folha do Domingo

O prelado destacou mesmo a importância daquele movimento laical ligado aos Missionários do Espírito Santo (espiritanos) na evidenciação daquela dimensão. D. Manuel Quintas considerou aquele “um movimento profético porque aquilo que propunha nessa altura [1937] apareceu proposto, de maneira mais expressiva, com o Concílio Vaticano II”. “A Igreja sempre propôs isso, só que não se vivia nem se tinha consciência de que a realização da missão compete a cada batizado. Normalmente, circunscrevia-se isso apenas aos institutos chamados missionários, institutos religiosos consagrados, cujo carisma exprime exatamente essa dimensão missionária”, observou.

Foto © Samuel Mendonça/Folha do Domingo

D. Manuel Quintas lembrou assim que o movimento, surgido no Algarve pouco tempo depois da sua fundação, “teve um impacto muito grande” na altura em que apareceu e que esse efeito foi impulsionado ainda mais na década de 1960.

Foto © Samuel Mendonça/Folha do Domingo

Recordando que os seus atuais membros são “herdeiros do seu testemunho missionário” e responsáveis para que a “herança” perdure, o bispo diocesano realçou que “movimentos como este, marcadamente missionários”, significam sempre “saída, testemunho e anúncio”.

O bispo do Algarve considerou ainda “uma feliz coincidência” o aniversário do núcleo de Faro numa altura em que a Igreja em Portugal vive o ano missionário (outubro de 2018 a outubro de 2019). “‘Todos, tudo e sempre em missão’. Que este lema deste ano missionário possa constituir para todos vós um renovado impulso na vivência desta espiritualidade missionária que está presente no batismo, antes de mais, mas que este movimento favorece, intensifica e vos ajuda a vivê-lo e a partilhá-lo”, desejou.

“Que a celebração deste aniversário nos motive e mobilize ainda mais, primeiro para sermos missionários aqui e sermos missionários lá, apoiando aqueles que vão”, acrescentou na eucaristia concelebrada pelo padre Paulinus Anyabuoke, responsável da LIAM no Algarve.

Depois da eucaristia, os liamistas visitaram a exposição missionária itinerante ‘Pelos Caminhos do Mundo’ e reuniram-se no salão da paróquia de São Pedro de Faro para uma palestra proferida pelo padre Paulinus Anyabuoke e a comemoração da efeméride terminou com o almoço na Casa do Alentejo.

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