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Confessando que chegou a “recear o pior” face à decisão governamental de não dar tolerância de pontos à Função Pública, o autarca classificou de “muito boa” a adesão dos foliões, não só em função daquela decisão como relativamente ao atual contexto de crise económica.

Fonte do município disse à autarquia que o pior dos três dias foi sábado, dia em que entraram apenas 11 mil pessoas no recinto, tendo entrado 25 mil domingo e outros 25 mil terça-feira.

Seruca Emídio reconheceu reconheceu que as boas receitas deste ano foram influenciadas pelo bom tempo que se fez sentir nos quatro dias de cortejo, o que não aconteceu em 2011, com uma segunda-feira chuvosa que quase levou ao cancelamento do desfile.

Sobre a “troca” da segunda-feira pelo sábado, o autarca social-democrata afiançou que a experiência correu bem e continuará no futuro, sendo agora “uma questão de as pessoas se habituarem” a festejar no sábado.

Este ano, cada entrada no recinto custava dois euros e, cumprindo a tradição, o município vai oferecer parte da receita a uma instituição da cidade, a Fundação António Aleixo.

Uma outra parte da receita será entregue a grupos locais para que se envolvam no carnaval, revelou Seruca Emídio.

O orçamento deste ano foi de 250 mil euros, menos 100 mil que no ano passado.

Lusa

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