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Oito novas religiosas vieram este ano trabalhar para o Algarve

Irmã Maria Nazaré Pereira

Em cada ano pastoral há sempre renovação nas comunidades religiosas presentes nas diversas dioceses. Neste ano de 2016/2017, na Igreja Católica algarvia são oito as novas colaboradoras consagradas que vieram ajudar no trabalho pastoral, sendo que três delas já tinham trabalhado no Algarve.

Duas destas reincidentes pertencem ao Instituto Missionário Filhas de São Paulo (paulinas), tendo vindo reintegrar no passado mês de outubro a comunidade algarvia em Faro daquela congregação e colaborar no trabalho de apostolado através da comunicação que as religiosas levam a cabo no Algarve, particularmente na livraria que o instituto tem na capital algarvia.

Irmã Maria Fernanda Moreira

A irmã Maria Nazaré Pereira, pela terceira vez na Diocese do Algarve (esteve no Algarve na década de 70 do século passado e em 2010), é natural de Arouca, concelho da Área Metropolitana do Porto, Diocese do Porto (embora pertencente ao distrito de Aveiro) e veio de Lisboa. A irmã Maria Fernanda Moreira, pela segunda vez no Algarve (esteve no Algarve de 2006 a 2008), é natural de Sande, concelho de Marco de Canaveses e veio do Funchal.

Irmã Maria Dolores Caldeira

Regressada ao Algarve está também a irmã Maria Dolores Caldeira da congregação das Carmelitas Missionárias. A consagrada, que já tinha estado na diocese algarvia de 1990 a 1996 e de 2003 a 2005, regressou agora de Beja para reintegrar a comunidade algarvia em Faro daquele instituto. Natural do Funchal, a religiosa leciona a disciplina de Educação Moral e Religiosa Católica em cinco escolas do concelho de Faro, pertencentes ao Agrupamento de Escolas Pinheiro e Rosa e é catequista na paróquia de São Luís, em Faro.

Irmã Angelina Batista

A congregação das irmãs Franciscanas Missionárias de Maria (FMM) também enviou duas religiosas para a comunidade algarvia em Porches, sendo que ambas colaboram nos diversos setores da pastoral da paróquia local. A irmã Angelina Batista, natural da Madeira, Camacha, concelho de Santa Cruz, está no Algarve desde a Quarta-feira de Cinzas deste ano (10 de fevereiro) e veio de Arcozelo, concelho de Vila Nova de Gaia, onde estava numa comunidade das FMM com 43 irmãs. Antes tinha estado em missão em Madagáscar durante 15 anos.

Irmã Maria de Lurdes Alves

A irmã Maria de Lurdes Alves, natural da Sertã, distrito de Castelo Branco, veio no final de julho de Lisboa para o Algarve. Era a Superiora Provincial da congregação, função que desempenhou de 2007 a 2015, e agora acompanha também o projeto Boluka Kua Zua.

Irmã Carolina Spencer

Para a comunidade algarvia em Faro das Missionárias Reparadoras do Sagrado Coração de Jesus chegou no final de agosto a irmã Carolina Spencer. A religiosa, natural de Cabo Verde, estava nos Açores e é catequista nas paróquias da Sé e São Pedro, em Faro. Para além disso, trabalha na pastoral sociocaritativa e veio dar continuidade ao trabalho na área da pastoral prisional realizado pela irmã Isilda Soares no Estabelecimento Prisional de Faro.

Irmã Anabela Silva

O instituto das Filhas de Maria Auxiliadora (salesianas) enviou a irmã Anabela Silva para a comunidade algarvia que está sedeada no Colégio de Nossa Senhora do Alto, em Faro, instituição educativa que aquela congregação orienta pedagogicamente desde 2007. A consagrada, natural de Arcozelo, concelho de Vila Nova de Gaia, que é a coordenadora pedagógica daquele colégio da Diocese do Algarve onde leciona a disciplina de Educação Moral e Religiosa Católica no primeiro ciclo e é catequista, veio em agosto de Areosa, Viana do Castelo, onde trabalhou como diretora pedagógica do Externato Maria Auxiliadora.

Irmã Maria Stela Gomes

Também as irmãs Dominicanas de Santa Catarina de Sena enviaram para a comunidade algarvia, que em outubro passado se mudou de Portimão para Paderne, a irmã Maria Stela Gomes. Natural de Roliça, concelho de Bombarral, a religiosa veio de uma comunidade da sua congregação em Avanca, concelho de Estarreja, e está a colaborar nos vários setores da pastoral da paróquia de Paderne e também na de Boliqueime. Naquelas comunidades, as consagradas visitam os doentes nas suas casas e os idosos nos lares de terceira idade e promovem encontros de oração e algumas celebrações.

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