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Em entrevista à Lusa, Marques Ferreira, da Autoridade Marítima do Sul, informou que a única vítima que morreu numa praia vigiada no Algarve este ano foi um cidadão escocês de 59 anos e cuja causa da morte foi “doença súbita” quando se banhava com “água pela cintura” na Praia de Armação de Pêra, em Albufeira.

Todas as mortes nas praias do Algarve até ao momento ocorreram antes da abertura oficial da época balnear, exceto o caso de um cidadão inglês com 62 anos que morreu de doença súbita em Cacela Velha, concelho de Vila Real S. António, a 19 de junho, numa praia não vigiada.

A Capitania do Porto de Lagos registou a 31 de março a morte de uma mulher inglesa de 62 anos numa praia entre Odeceixe e Alvor e a 12 de maio, a sul de Sagres, a Polícia Marítima resgatou com uma embarcação salva-vidas um corpo em “avançado estado de decomposição”.

A 23 de maio, foram registadas duas mortes por afogamento em praias de uso balnear, mas fora da época balnear oficial. As vítimas foram uma cidadã alemã de 79 anos e uma cidadã holandesa com 53 anos.

A 03 de fevereiro, o corpo de um homem com 61 anos de idade apareceu a flutuar junto à barra do Rio Guadiana e segundo fonte policial a vítima era “tripulante de uma embarcação de pesca” e teria sofrido de “doença súbita”.

A 06 de março, uma rapariga polaca, de 25 anos morreu numa praia não vigiada, junto à barra nova da Ria Formosa, em Vila Real de S. António, e a causa da morte é mais uma vez “doença súbita”, provavelmente “paragem cárdio-respiratória”, acrescentou a mesma fonte.

Lusa
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