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O padre Rui Barros Guerreiro, assistente espiritual daquele movimento que presidiu à iniciativa, apelou ao testemunho da coerência entre a fé e a vida dos presentes. “Ser testemunha é isto mesmo, é estar com o Senhor, saber-se amado por Ele e, depois, ser coerente com esse amor. Que o Senhor nos conceda o dom da coerência, a correspondência entre e fé que professo e os princípios em que em acredito”, afirmou o sacerdote na oração cantada onde foram intercalados textos de reflexão.

Aquele responsável lembrou ainda que a fé se realiza também na capacidade de amar o próximo no dia-a-dia. “O Senhor entrou no nosso coração, falou-nos através desta oração e da sua presença e, agora, começa de novo o «jogo» da vida. A nossa vida e a nossa fé «joga-se» na relação que temos com o outro na nossa casa, família, escola e trabalho, na capacidade que temos de amar o outro. Não é um amar de uma forma abstrata. É um amar concreto àquele de quem eu não gosto e que muitas vezes me provoca a irritação e a ira. É esse que é colocado à minha frente para eu amar”, salientou durante a exposição do Santíssimo Sacramento, hóstia, a qual, depois de consagrada, passa a ser o corpo de Cristo.

O movimento dos Convívios Fraternos pretende desenvolver a vocação apostólica e missionária no meio da comunidade, de modo a que jovens e adultos se comprometam a evangelizar o meio em que vivem e aceitem o chamamento de Deus, na vida sacerdotal ou consagrada.

Samuel Mendonça

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