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As paróquias de São Bartolomeu de Messines e de São Marcos da Serra já têm, desde ontem, novo pároco, nomeado no final do mês de setembro pelo bispo do Algarve.

Foto © Samuel Mendonça/Folha do Domingo

O padre Carlos Matos passou a acumular com a paróquia de Alte (que inclui a comunidade de Benafim), de que é pároco desde 2008.

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Na eucaristia na igreja de São Bartolomeu de Messines, onde decorreu a tomada de posse do novo prior, o bispo do Algarve explicou a mudança. D. Manuel Quintas reconheceu que a gestão paroquial na diocese “não é fácil” por causa das “limitações que tem, sobretudo quando algum pároco deixa a paróquia e não pode ser transferido para outra”, como lembrou ser o caso do padre Eduardo Colocho, anterior prior daquelas paróquias.

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Nessa situação, prosseguiu, “têm de ser os outros padres a alargar no seu serviço”. “Foi o que aconteceu com o senhor padre Carlos e o senhor padre Fernando Pedro [que substituiu o padre Carlos Matos na paróquia do Ameixial]”, justificou, referindo-se à saída da diocese da Fraternidade da Mãe de Deus, da qual fazia parte o padre Eduardo Colocho.

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D. Manuel Quintas agradeceu ao padre Carlos Matos por se ter disponibilizado logo para aquele “serviço que a diocese lhe pede”. “Sei que aqui há uma equipa generosa de leigos que apoia todos os párocos e que há de continuar agora a apoiar também o senhor padre Carlos Matos. Na nossa diocese, na medida em que há cada vez menos padres, mais envelhecidos e mais limitados na saúde, cada vez mais é preciso que as comunidades e os leigos colaborem, participando ativamente naquela que é a vida da comunidade. É assim que ela se constrói”, desenvolveu.

Foto © Samuel Mendonça/Folha do Domingo
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O bispo diocesano pediu ainda aos paroquianos para rezarem pelo novo pároco, não apenas ontem, “mas sempre”. “É muito importante rezar pelos nossos padres, particularmente pelos nossos párocos, para que encontrem a força de Deus que será a sua força e também a proteção de Nossa Senhora”, pediu ainda às comunidades, evidenciando também o “sentido de gratidão por todos os dons” recebidos “através de Deus por aqueles que são e que foram” os pastores daquelas paróquias.

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O novo pároco, que foi presenteado com um lenço do Corpo Nacional de Escutas por passar a ser também o assistente do Agrupamento local daquele movimento, agradeceu a oração e o carinho dispensados pelos antigos paroquianos, alguns dos quais ali presentes, e também pelo acolhimento nas novas paróquias. “Antes de agir tenho de observar e este ano acho que é oportuno observar e estar convosco porque sois vós que ides ensinar-me. Vou observar para poder entender e conhecer a identidade e aquilo que há de bom no coração de cada um de vós”, afirmou o padre Carlos Matos.

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A tomada de posse do novo pároco decorreu no início da eucaristia com a leitura da provisão de nomeação, a profissão de fé com o juramento de fidelidade ao colégio presbiteral, ao bispo, ao papa e a toda a Igreja. Foi ainda feita a entrega simbólica da chave da igreja na celebração concelebrada também pelo padre António Manuel Martins, natural daquela paróquia, capelão da capela do Rato, em Lisboa.

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