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O PCP avançou que o dirigente sindical destacado para a secção de voto no Sheraton “resistiu à tentativa de cerceamento da liberdade sindical por parte da administração, tendo sido expulso das instalações, além de ameaçado com atitudes intimidatórias”. Lamentou, ainda, que a GNR (chamada ao local pela administração do hotel) tivesse procedido à identificação do dirigente sindical Joaquim Nogueira.

O Partido Comunista de Albufeira considerou, também, que “este ataque se associa ao corte de direitos aos trabalhadores, designadamente o fim do direito ao transporte que atualmente é assegurado pela empresa e que esta ameaça liquidar até ao final do mês, empurrando desta forma trabalhadores, que ficam sem alternativas, para fora da empresa”.

A estrutura sindical afeta à CGTP afirmou que tudo fará para “denunciar o atentado contra o regime democrático e os direitos dos trabalhadores” praticado pela administração do Sheraton Algarve, apelando aos profissionais que representa para que não se deixem intimidar “por atitudes fascizantes”.

Rúben Oliveira com Lusa
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