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© Samuel Mendonça

O padre António Manuel Martins presidiu ontem à tarde à “eucaristia agradecida” pelos 25 anos da sua ordenação sacerdotal que se assinalaram no passado dia 17 deste mês.

Na igreja paroquial de São Bartolomeu de Messines, a sua terra natal, o sacerdote algarvio desejou que aquela celebração fosse uma “colheita”.  “Os frutos são as pessoas que se cruzaram comigo ao longo da minha vida, que são recolhidas e oferecidas nesta eucaristia”, fez questão de explicar, acrescentando celebrá-la na “condição de filho e de irmão”. “Na condição de filho porque sou filho da terra, de uma família, de um país, da Igreja e de Deus. É esta filiação que quero celebrar a partir do dom da vida que me foi dado, como irmão de todos vós”, sustentou.

O aniversariante, de 51 anos, que agradeceu a presença de familiares e amigos, lembrou o ministério exercido no trabalho pastoral com a catequese, com equipas de casais, na pastoral universitária, nas paróquias de Boliqueime, Loulé e Montenegro e destacou a condição de padre-pároco, na medida em que pretendeu cuidar dos seus paroquianos, procurando ser “sinal de Cristo, bom pastor”.

O padre António Martins lembrou ainda bispo que o acolheu, D. Ernesto Costa, o bispo que ordenou, D. Manuel Madureira e o seu bispo atual, D. Manuel Quintas. Nesta “vida vivida por dom de Deus” no ministério de padre, recordou ainda o padre Morais, que esteve na origem da sua história sacerdotal, o padre Guerreiro, antigo pároco de São Bartolomeu de Messines, e o padre Augusto Brito, também prior daquela paróquia, falecido em dezembro passado, aos quais dedicou aquela eucaristia que quis celebrar “com alegria e com pobreza”.

O padre Vasco Figueirinha, atual pároco de São Bartolomeu de Messines, “agradeceu a presença do padre António Martins pelo seu testemunho durante estes 25 anos de fidelidade ao Senhor”. “É sempre um testemunho para cada um de nós porque ser sacerdote e pároco é ser servidor do Senhor e estar disponível para fazer aquilo que o Senhor quer de nós. Muito obrigado pelo seu testemunho, e por hoje nos ajudar a que possamos, cada vez melhor, nos colocarmos ao serviço do Senhor e fazer aquilo que Ele quer para nós”, afirmou.

Depois da liturgia da palavra, a paróquia ofereceu ao padre António Martins um cálice e de patena com os quais celebrou a eucaristia. Na parte final da celebração foi lido um poema do padre Carlos de Aquino, o outro prior daquela comunidade, e os Bombeiros Voluntários de São Bartolomeu de Messines ofereceram ao aniversariante uma placa comemorativa. Foi ainda apresentada uma projeção retrospetiva com fotografias dos seus 25 anos de vida sacerdotal.

O padre António Martins, ordenado por D. Manuel Madureira Dias, foi nomeado em 1989 pároco “in solidum” das paróquias de Loulé, foi pároco de Boliqueime e, em 1992, nomeado pároco do então vicariato do Montenegro (hoje paróquia). Mais tarde viria a ser nomeado vigário paroquial das comunidades de Loulé.

O sacerdote foi ainda assistente da antiga AJUC – Associação de Jovens Universitários Cristãos, percursora da atual Capelania da Universidade do Algarve, entre 1992 e 1997.

Atualmente é docente e secretário da Faculdade de Teologia da Universidade Católica Portuguesa. No próximo dia 6 de julho, pelas 21h, será celebrada nova missa de ação de graças por esta intenção na paróquia de Nossa Senhora de Fátima, em Lisboa.

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