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Na edição do próximo mês de março do boletim paroquial da Mexilhoeira Grande (comunidade da qual é pároco), à qual a FOLHA DO DOMINGO teve acesso, o sacerdote da Diocese do Algarve lembra o trabalho da Igreja nas Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS) por si criadas com valências diversas para apoio à infância e terceira idade, aos mais pobres e necessitados da sociedade, “fabricados pelos (des)governos dos Governos”.

O sacerdote jesuíta, que argumenta que “a Igreja é, depois do Estado, o maior empregador”, lembra ainda que a construção e reparação de igrejas e de estruturas sociais das paróquias “tem sido, na maior parte dos casos, obra de donativos dos cristãos”.

O presbítero escreve ainda que “a Igreja – os cristãos ativos e comprometidos – é constituída, na maioria dos casos, por gente simples e pobre” e acrescenta que “o fundamento das isenções tem a ver com os espólios feitos pelo Estado à Igreja e às Ordens Religiosas nas três grandes perseguições de que ela foi alvo: a do Marquês de Pombal (1759), a do «Mata Frades» (1834) e a da República (1910).

Samuel Mendonça
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