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O sacerdote da Diocese do Algarve agradeceu aos que lhe prepararam aquela surpresa, mas sobretudo manifestou-se grato a Deus. “Hoje é a minha hora de dar graças a Deus por este tempo e por aquilo que Ele fez por mim e em mim”, disse o padre Joaquim Nunes, chanceler da Cúria e diretor do Departamento do Património Cultural da Diocese do Algarve e assistente diocesano do movimento dos Cursos de Cristandade, que agradeceu ainda a Deus por ser um “homem feliz”. “A felicidade tem a ver com a minha adesão à vontade de Deus. Deus, escrevendo direito por linhas tortas, está presente em toda a minha vida e, ao mesmo tempo, diz-me que vai continuar a estar comigo”, referiu.

O aniversariante lembrou ainda os mediadores do “chamamento de Deus” e o mote orientador do seu sacerdócio. “«Não fostes vós que me escolhestes, fui eu que vos escolhi para irdes e dardes fruto», foi o versículo que coloquei como orientador para o ministério sacerdotal. Nestas palavras de Jesus está a razão da minha descoberta da vocação sacerdotal e aquilo que orienta a minha ação no ministério”, explicou.

A terminar assegurou a sua fidelidade ao ministério. “Que eu não queira nunca ser outra coisa senão servo, ao modo de Jesus Cristo, conformando-me com a vontade do Pai”, concluiu o padre Joaquim Nunes, confessando que, voltar a presidir à Eucaristia, foi algo “especial”.

Após a celebração da Eucaristia teve lugar, no refeitório do Seminário diocesano, um jantar/convívio.

Samuel Mendonça
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