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O Dia da Cidade de Portimão ficou marcado pelo encerramento das comemorações do 150º aniversário de Manuel Teixeira Gomes, presididas pelo Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva, no TEMPO – Teatro Municipal de Portimão. Um dos homenageados na sessão solene de encerramento das comemorações do 150º aniversário de Manuel Teixeira Gomes do passado sábado foi o padre Manuel Honorato Antunes, pároco de Alvor, desde 29 de outubro de 1976, e do vicariato do Sagrado coração de Jesus da Pedra Mourinha, em Portimão, desde 2001.

O sacerdote, da Congregação dos Missionários Filhos do Imaculado Coração de Maria (claretianos), – que chegou a ser encarregado em abril de 1978 da paróquia de Odiáxere e foi de 13 de setembro de 1991 a 7 de outubro de 2001 também pároco “in solidum” (moderador) de Ferragudo juntamente com o padre Manuel Leitão Marques – foi distinguindo na ocasião com a Medalha de Serviço Distinto – Grau Ouro, entregue pelo Presidente da República, também atribuída a outros cidadãos e entidades municipais e regionais. A sessão solene de encerramento contou com as intervenções de Fernando Rosas e do presidente da Comissão Nacional para as Comemorações do Centenário da República, Artur Santos Silva.

O padre Manuel Honorato Antunes foi responsável pela construção do Centro Paroquial de Alvor, junto à igreja local, pela igreja da Penina e pelo Centro Paroquial de Santo André, no mesmo local. Natural de Penalobo, Sabugal, o sacerdote foi durante algum tempo pároco de Ferragudo.

Na ocasião foram ainda entregues os prémios alusivos ao Concurso Literário Juvenil Manuel Teixeira Gomes. O presidente da Câmara Municipal de Portimão, Manuel da Luz, procedeu ainda à entrega simbólica das chaves da cidade de Portimão ao Presidente da República, terminando a cerimónia com interpretação da “A Portuguesa” pelo Grupo Coral Adágio, após a intervenção de Cavaco Silva.

O actual Presidente da República, natural do Algarve, recordou o antigo Presidente da República também algarvio, Manuel Teixeira Gomes, como um homem com total “desapego” ao poder, que renunciou ao cargo de Chefe de Estado porque “não tolerou a desonestidade” quando envolvia dinheiros públicos ou privados.

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