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A estes grupos, inscritos naquele encontro mundial da juventude católica através Missionárias da Caridade, juntaram-se mais dois grupos espanhóis de Múrcia e Barcelona, no total de 98 elementos.

À FOLHA DO DOMINGO, o sacerdote explica que estes jovens começaram “há pouco tempo” a ter algum contacto com a Igreja, tendo realizado um ano de preparação para a JMJ com reuniões semanais.

Os primeiros dias de vivência no encontro de Madrid não foram fáceis. “A primeira imagem que passaram foi de distância, revolta e separação, mas porque foi uma experiência tão forte e, para eles, única, viveram muito intensamente a JMJ”, testemunha o sacerdote.

Samuel Mendonça
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