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Com o encerramento da lota há cerca de um mês, por falta de compradores, os pescadores ficaram impedidos de comercializar o pescado fresco naquela vila e alegam que “não têm condições” para o transportar para as lotas de Albufeira e de Portimão.

“Estamos a atravessar uma situação muito difícil, pois não temos condições para vender o peixe, e também não temos um carro refrigerado para que o possamos transportar para outras lotas”, lamentou a presidente da Associação de Pescadores de Armação de Pêra.

Segundo Tânia Oliveira, os pescadores pretendem a reabertura da lota ou que a venda do pescado possa ser feita diretamente aos turistas, aos estabelecimentos de hotelaria e ao comércio local, para rentabilizar a atividade.

“Sem lota é muito difícil escoar o pescado, mesmo com um valor comercial quase nulo”, sublinhou.

Tânia Oliveira acrescentou que “há pescadores com as licenças comprometidas pela dificuldade em cumprirem as metas económicas necessárias para mantê-las.

À manifestação convocada pela Associação de Pescadores de Armação de Pêra, a que aderiram os cerca de 30 associados, juntaram-se os operadores das atividades marítimo-turísticas daquela zona.

Lusa
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