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Em entrevista à Lusa, José Estevens precisou que o "Verdelago", um dos dois projetos PIN aprovados no concelho de Castro Marim – o outro é a Quinta do Vale -, “deverá estar pronto em final de 2013", porque há o compromisso com uma multinacional norte-americana que quer inaugurar por essa altura,"com todos os elementos em funcionamento".

O "Verdelago" tem um investimento a rondar os 259 milhões de euros e pertente ao Grupo Inland, do presidente do Benfica Luís Filipe Vieira.

A administração do "Verdelago" assegurou que "o Alvará de Loteamento com obras de urbanização foi emitido a 11 de janeiro de 2010, tendo sido assinado no mesmo dia o auto de consignação que efetivou o início das obras de infraestruturas".

“As obras iniciaram-se em 2010, têm-se desenvolvido a ritmo muito intenso e estou em crer, segundo o que me é transmitido pelo promotor, que no final de 2013 estarão em condições de cumprir o compromisso com a entidade que vai gerir”, acrescentou o autarca, adiantando que a multinacional envolvida no projeto é a "Starwood".

José Estevens desvalorizou as cerca de mil camas destinadas ao seu concelho no âmbito do Plano Regional de Ordenamento do Território (PROT) do Algarve e frisou que “a estratégia de desenvolvimento de Castro Marim tem assentado nas 10 mil camas turísticas que o PROT de 1992 destinou ao concelho e na sua conversão para cinco Núcleos de Desenvolvimento Turístico”.

Estevens referiu que atualmente há quatro projetos com alvarás emitidos e que três dos projetos turísticos estão em fase de execução. Dois existentes na freguesia de Castro Marim, o denominado "Quinta do Vale", e o "Castro Marim Golfe" e um na freguesia da Altura, o "Verdelago”.

“Nenhum dos três, que arrancaram com a construção, estão parados. Continuam em execução, se bem que dois deles com um ritmo diferente do expetável”, sublinhou.

José Estevens afirmou que “tem havido uma grande vontade dos promotores em concretizarem os seus projetos, porque andaram envolvidos mais de 15 anos com uma burocracia demolidora e isso não os fez desistir”.

O autarca acrescentou que estes projetos “têm uma dimensão significativa” e “investimentos muito avultados, acima dos 250 milhões de euros” e a sua execução “pode oscilar entre os cinco e os 10 anos”.

Lusa

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