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A Administração Regional de Saúde (ARS) vai publicar oficialmente o “Plano de verão 2011” dia 15 de junho, mas Rui Lourenço adiantou à agência Lusa que o programa é “semelhante ao de 2010”, ano em se investiu cerca de dois milhões de euros e em que foram colocados nas praias algarvias 32 postos de saúde, em colaboração com a Cruz Vermelha.

Em 2010 não houve reforço de médicos nos Centros de Saúde da região algarvia, onde trabalham perto de 300 médicos e 400 enfermeiros, mas o plano obrigou a que os médicos, radiologistas, enfermeiros e administrativos tivessem de trabalhar mais horas nos períodos críticos.

O objetivo deste plano é dar resposta a situações clínicas que podem ser tratadas no local ou devidamente encaminhadas em caso de necessidade para uma instituição de saúde, explicou Rui Lourenço.

Entre julho e agosto, o Algarve é procurado por turistas, nacionais e estrangeiros, dos quais cerca de dois milhões visitam a região durante o mês de agosto e é a pensar no “bem-estar e na segurança” que nasceu o “Plano de verão”, com o objetivo de reforçar a prestação de cuidados de saúde no Algarve, lê-se no sítio da Internet da ARS/Algarve.

O programa arrancou em 1979 com a denominação “Plano de Emergência”, altura em que funcionava com sete postos de saúde de praia. Em 1991 passou a designar-se “PAMVA”, e a partir de 2001 foi adoptado o “Plano de verão”.

Os postos de saúde de praia funcionarão 10 horas diárias (10:00 às 20:00), com início a 01 de julho até 31 de agosto.

Em 2009, o número de atendimentos nos postos de praia foi na ordem dos 35 mil. Pequenos acidentes, como traumatismos por quedas, escoriações, equimoses, picadas de peixe-aranha, golpes de calor, queimaduras solares, e indisposições resultantes de abusos de exposição ao sol, são algumas das principais ocorrências registadas todos os anos nos postos.

Lusa

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