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Polis avança com intervenções nas ilhas da Armona, Tavira e Culatra

A Polis Ria Formosa vai avançar com o reforço do cordão dunar nas ilhas da Armona e de Tavira e a requalificação da ilha da Culatra, no valor de 3,4 milhões de euros, foi hoje anunciado.

Em comunicado, a sociedade, que está em liquidação e será extinta no final do ano, adiantou que a primeira empreitada, na Armona e em Tavira, no valor de 1,9 milhões de euros, foi consignada na terça-feira, prevendo-se que a empreitada de requalificação da Culatra, correspondente a 1,31 milhões de euros, seja consignada na quinta-feira.

O financiamento de ambas as empreitadas é assegurado pelo Estado e por fundos comunitários, através do Programa Operacional Sustentabilidade e Eficiência no Uso de Recursos (POSEUR) e do Programa Operacional do Algarve (CRESC Algarve 2020), sendo que o valor global inclui a execução dos projetos e estudos, as empreitadas e a sua fiscalização.

A empreitada de reforço do cordão dunar “visa a alimentação artificial de trechos do cordão da Ria Formosa, a nascente da ilha da Armona, na zona frente mar conhecida como praia da Fuseta, e a poente da ilha de Tavira, através de sedimentos que serão provenientes do desassoreamento do canal da barra da Fuseta e canais confluentes”, lê-se no comunicado.

A obra, no valor de 1,9 milhões de euros, ficará a cargo da empresa Sofareia, Sociedade Farense de Areias, e tem um prazo de execução de 180 dias.
Já a empreitada de requalificação do núcleo da Culatra, na ilha com o mesmo nome, visa “a reestruturação e requalificação do núcleo edificado, através da implementação de medidas que garantam a manutenção e reposição das condições naturais do ecossistema”, refere a nota.

Segundo a Polis, a empreitada inclui a hierarquização da rede de caminhos e sua requalificação, a criação de uma zona de lazer equipada, a definição do Plano de Sinalética, Mobilidade e Emergência e a organização da logística de Resíduos Sólidos Urbanos (RSU) e valorizáveis.

Está também prevista a criação de uma doca seca, a valorização do largo da igreja, a integração da zona adjacente ao cais de acostagem no núcleo habitacional, a organização da zona dos apoios de pesca e a requalificação dunar com a remoção de infestantes e reposição da vegetação dunar autóctone.

A empreitada, no valor de 1,31 milhões de euros, está a cargo da empresa Vibeiras, Sociedade Comercial de Plantas, e será consignada na quinta-feira, com um prazo de execução de 240 dias.

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