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Segundo a Câmara Municipal de Loulé, este polo “permitirá que os visitantes partam deste espaço para os vários percursos existentes em Querença relacionados com a água”, fazendo alusão a ribeiras, noras, açudes e moinhos.

Relembre-se que, ao contrário de outros polos, o Polo Museológico da Água não dispõe ainda de qualquer coleção ou conjunto documental. Trata-se de um projeto que irá assentar em trabalhos de investigação científica, pesquisa e recolha de peças, contando, assim, com o envolvimento das populações locais.

O espaço, que integra o Posto de Informação Turística de Querença, significou um investimento que ascende a 370 mil euros, com uma comparticipação na ordem dos 120 mil euros por parte do Programa Operacional Algarve 21.

Seruca Emídio, presidente da Câmara Municipal de Loulé, explicou que o polo é “importante para o turismo, para as visitas das escolas, mas é essencialmente importante para os habitantes de Querença, que sentem como ninguém o perigo de desertificação”. Fez referência ainda ao investimento de 5 milhões de euros realizados na freguesia, destacando a reabilitação urbana realizada no Largo da Igreja onde se localiza o polo.

Na cerimónia estiveram também presentes David Santos, presidente da CCDR Algarve, e Manuel Viegas dos Santos, presidente da Junta de Freguesia de Querença. David Santos sublinhou que o novo polo remete para “os valores de antigamente, o cuidado que havia com a água na sua racionalização, na sua utilização e o seu bom aproveitamento”, enquanto que o autarca afirmou que “este momento é o princípio de uma grande vida”.

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