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A posição da autarquia, manifestada em comunicado, surge na sequência das preocupações apresentadas hoje, em reunião de câmara, por um grupo de cerca de 40 moradores da zona antiga daquela cidade algarvia.

Os moradores apontaram como “causadores de mau estar e insegurança, o funcionamento de dois estabelecimentos, com excesso de ruído e distúrbios, provocados pelos seus frequentadores, a que acresce o tráfico e consumo de drogas na zona”.

Em Setembro de 2009, a Câmara de Portimão pediu às autoridades policiais “uma intervenção enérgica” para aquela zona da cidade, devido ao aumento da insegurança motivada pelo aumento de consumo e tráfico de estupefacientes.

Segundo a autarquia, as primeiras acções implementadas no terreno “não foram eficazes, tendo os moradores manifestado desagrado pela alegada passividade das forças de segurança”.

Para definir uma política de intervenção “capaz de resolver o problema de uma vez por todas”, a Câmara pediu ao Governo Civil de Faro, com carácter de urgência, um encontro de trabalho, com representantes das forças de segurança.

A Câmara de Portimão anunciou ainda que, no âmbito das suas competências, “a título excepcional, irá proceder ao encerramento dos estabelecimentos que forem identificados como causadores de alterações à ordem e à saúde públicas”.

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