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Intitulada “Voluntariado – Um suporte social”, a iniciativa decorreu, uma vez mais na Casa Manuel Teixeira Gomes, em Portimão, com testemunhos de experiências de voluntariado provenientes dos mais diferentes quadrantes da sociedade civil.

Com este encontro, a Teia D’Impulsos pretendeu incitar a discussão sobre qual o “verdadeiro papel que o voluntariado representa hoje na nossa sociedade, bem como salientar as suas virtudes na formação humana e profissional de todos os que o assumem como uma missão”.

Após a mensagem áudio de Fernando Nobre, na qual o presidente da AMI – Assistência Médica Internacional evidenciou o papel do voluntariado como “uma janela aberta de oportunidades e de soluções para a criação de uma sociedade socialmente mais ativa”, a sessão teve continuidade com o testemunho do padre Arsénio Silva. O diretor do Centro Social e Paroquial de Nossa Senhora do Amparo, em Portimão, explicou que o refeitório da instituição, cuja mão-de-obra é quase exclusivamente voluntária, funciona já há seis anos e serve em média 1600 almoços por mês.

Maria José Mendes, da Delegação de Portimão da Cruz Vermelha e voluntária há mais de 35 anos, testemunhou a existência de muita “pobreza envergonhada” e o apoio a cerca de 250 famílias na área de Portimão, ao nível da alimentação, vestuário e medicação.

Daniela Anastácio, representante do Banco Alimentar (BA) Contra a Fome, lembrou as obrigações e deveres do voluntário, Estela Louçã, do núcleo de Faro do Instituto de Solidariedade e Cooperação Universitária, evidenciou ainda a importância da formação e Cristina Bentes relatou que o nascimento da Associação de Voluntários de Portimão, que dinamiza projetos vocacionados para a ajuda de idosos isolados e de crianças carenciadas, surgiu por se reconhecer a “falta de voluntários nas ações das instituições”.

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