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As empresas são a Freitasmar – Produtos Alimentares, Lda. e a Companhia das Pescarias do Algarve, S.A..

A primeira vai, segundo a autarquia, "explorar uma unidade industrial de conservas de peixe, destinada unicamente à actividade conserveira de processamento de pescado, nomeadamente o tratamento e enlatamento mecânico de peixes como o atum, a cavala e a sardinha".

"A Freitas Mar instala-se numa área de construção de mais de 4000 metros quadrados e criará 15 novos postos de trabalho, para além dos já existentes. O investimento ronda os 2,5 milhões de euros", sublinhou a autarquia, precisando que esta nova unidade fabril irá "substituir uma fábrica de conservas de peixe atualmente existente e que há muitos anos se situava na malha urbana da cidade, a J.A. Pacheco".

A câmara de Olhão explicou ainda que "a outra unidade fabril, que será totalmente construída de raiz, propriedade da Companhia de Pescarias de Algarve, irá dedicar-se ao processamento do pescado, nomeadamente manuseamento e embalamento de peixe e bivalves, filetagem do pescado, congelação e conservação pelo frio, comercialização e expedição".

"Com uma área de construção de 1050 metros quadrados e um investimento inicial de 1,1 milhões de euros, a Companhia de Pescarias do Algarve prevê fazer, no total, um investimento que poderá ascender aos 12 milhões de euros. A empresa estima começar com 20 postos de trabalho, na fase inicial, e posteriormente chegar aos 90 funcionários", precisou.

O presidente da câmara de Olhão, Francisco Leal, afirmou que estas "fábricas vão criar dezenas de postos de trabalhos em Olhão" e demonstram que "a estratégia de desenvolvimento do Município virada para o mar continua a dar os seus frutos".

"Num momento de crise como o que vivemos, em Olhão dá-se o exemplo e criam-se postos de trabalho", acrescentou Leal.

O anúncio destes novos investimentos foi feito depois de esta semana terem sido assinados, na delegação Sul do Instituto Portuário e dos Transportes Marítimos (IPTM), "os contratos de concessão para implantação e exploração, durante 25 anos, no porto de pesca da cidade, de duas unidades fabris vocacionadas para o tratamento de pescado" entre os representantes das empresas e o presidente do IPTM, Miguel Freitas, explicou a câmara.

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