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Sobre o assalto violento ocorrido na madrugada de sábado a um hotel de cinco estrelas em Vilamoura, o responsável considerou tratar-se de uma ocorrência “passageira”, mas não negou que se pode estar perante uma “onda” de assaltos.

“Eu quero considerar que são [ocorrências] passageiras, embora comecem a ser mais do que eu gostaria”, notou.

O presidente da Associação dos Hotéis e Empreendimentos Turísticos do Algarve (AHETA), Elidérico Viegas, defendeu hoje uma alteração legislativa que permita aos seguranças dos hotéis usar armas de fogo, considerando que os meios à disposição dos hoteleiros são “insuficientes” face à frequência de assaltos.

António Pina apontou o aumento da videovigilância em zonas turísticas e de comércio tradicional, bem como o reforço dos efetivos policiais no Algarve, como os “meios mais eficazes” de combate ao crime, em alternativa à permissão de uso de armas por parte dos vigilantes das empresas de segurança privada ao serviço das unidades hoteleiras.

“Eu preferia ver mais polícia municipal, por exemplo, do que forças civis a usarem armas. Senão qualquer dia isto fica como na América em que toda a gente tem armas em casa”, afirmou.

Os dois homens encapuzados que assaltaram na madrugada de sábado a receção do hotel Four Seasons, em Vilamoura, agrediram um segurança e levaram uma quantia não divulgada de dinheiro.

Lusa
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