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O Comando da GNR de Faro fez ontem um balanço positivo deste programa, adotado depois de um conjunto de roubos violentos em habitações dispersas no concelho de Loulé.

“Este Programa de policiamento de proximidade da GNR ‘nasceu’ no concelho de Loulé (…), fruto da necessidade de fazer face ao aumento do sentimento de insegurança sentido nesta área do Algarve no final de 2009, em consequência de uma série de roubos com extrema violência ocorridos em residências luxuosas e isoladas”, explicou a GNR num comunicado.

As residências são “maioritariamente habitadas por estrangeiros, cuja dificuldade de localização, associada à ausência de pontos de referência e à barreira linguística, constituíram um forte desafio à capacidade de resposta da GNR”, precisou a força de segurança.

“Passados três anos desde o seu início em Alfeição, com 61 residências, conta já com 2.138 residências em 28 áreas/localidades no Concelho de Loulé e perto de 5.000 em todo o Algarve”, acrescentou a GNR.

Em 2009, várias residências do Algarve foram alvo de roubos violentos, com os seus habitantes a serem surpreendidos e agredidos pelos assaltantes, que se introduziram nas suas casas e levaram objetos de valor sob ameaça aos proprietários.

O sentimento se insegurança levou na ocasião responsáveis pelo Turismo e autarcas a pedirem à GNR um maior esforço no policiamento de zonas de serra onde existem muitas residências de luxo isoladas, para evitar a degradação da imagem do Algarve como destino turístico.
Lusa

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