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Universidade_algarve_cursos_pastasOs alunos da Universidade do Algarve passam a poder pagar as propinas em oito prestações em vez das quatro prestações permitidas no ano passado, anunciou hoje a reitoria, que espera desta forma não sobrecarregar as famílias.

“Esta medida foi tomada só a pensar nas famílias e na sua planificação orçamental”, explicou o reitor António Branco em comunicado, observando que os pagamentos das prestações foram colocados em meses em que normalmente há menos encargos familiares.

O valor das propinas para os alunos que frequentam a Universidade do Algarve foi mantido nos 965 euros para o 1.º ciclo e para os mestrados integrados, sendo a primeira prestação de 125 euros paga no ato da matrícula ou inscrição.

As restantes prestações são de 120 euros e o seu pagamento está calendarizado para os meses de outubro, novembro, fevereiro, março, abril, maio e junho, segundo o comunicado.

A reitoria adiantou ainda estar preparada para possibilitar pagamentos faseados para casos fundamentados, para os quais será definido um plano de pagamentos consoante as condições económicas de cada aluno.

As decisões anunciadas têm na sua base uma preocupação com os alunos e pela não sobrecarga das famílias “que têm sido continuamente penalizadas pela austeridade, o que tem levado a um aumento do número de estudantes que não concorrem ao ensino superior ou que não têm a possibilidade de o concluir”.

Este ano letivo, a Universidade do Algarve (UAlg) conta com 942 novos alunos colocados 1.ª fase do Concurso Nacional de Acesso ao Ensino Superior naquele estabelecimento, o que representa um aumento de 14% face ao ano passado.

Em comunicado, a UAlg informa que este é o “maior aumento, a nível nacional, do número de alunos colocados nesta fase”, acrescentando que é “muito acima do crescimento de 1% a nível nacional”, de acordo com dados publicados pela Direção-Geral do Ensino Superior (DGES).

Segundo a DGES, este ano conseguiram lugar nas universidades e politécnicos 37.778 candidatos, apenas mais 363 do que os estudantes colocados na 1.ª fase do concurso de acesso em 2013, apesar do aumento do número de candidatos. Em termos percentuais, em 2014 conseguiram colocação 89% dos candidatos.

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