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"A DRAPALG tem feito rastreios à doença e em 2010 direcionou-os para os viveiros, de forma a impedir a comercialização de plantas afetadas. Foram analisadas várias dezenas de viveiros e, embora ainda não tenhamos todos os resultados apurados, há dois casos detetados", disse à Lusa Celestino Soares, engenheiro da direção regional.

A mesma fonte precisou que "as plantas e lotes afetados foram arrancados e destruídos para evitar a disseminação da doença nos campos", mas frisou que "estes resultados não são muito diferentes dos verificados em anos anteriores".

Questionado sobre se os casos poderiam implicar algum prejuízo ou transtorno na produção de citrinos na região, Celestino Soares respondeu que "não".

O técnico da DRAP explicou que a doença "começou no início da década de 90" do século passado "com material infestado que vinha de Espanha" e manifesta-se nas árvores "ao bloquear a circulação da seiva, impedindo-a de chegar aos troncos e folhas, o que lhe dá uma cor amarelada, que parece estarem com tristeza".

"Esta é uma situação que temos vindo a detetar todos os anos, pelo que não há razão para uma preocupação maior", insistiu Celestino Soares.

Lusa

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