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Segundo o Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF), as vítimas “eram negociadas e autenticamente vendidas/compradas e trocadas entre os traficantes da mesma e de outras redes por preços que podiam ficar pelos 500€”. Entre as vítimas, estavam menores que tinham na sua posse documentos de identificação falsificados com a finalidade de encobrir a menoridade.

Os arguidos são também acusados de tráfico de estupefacientes, lenocínio, falsas declarações, detenção de arma proibida, entre outros crimes.

De acordo com o SEF, a investigação revelou-se bastante complexa dada a extrema mobilidade das próprias vítimas, colocadas “nas bermas de estrada do Algarve e de Aveiro, onde eram obrigadas a prostituir-se.”

Rúben Oliveira com Lusa

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