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Depois de uma reunião hoje do Gabinete Coordenador de Segurança realizada em Faro, o secretário-geral do Sistema de Segurança Interna, Antero Luís, aprovou esta equipa para “a região do Algarve, vocacionada especialmente para a prevenção de crimes violentos e graves de prevenção prioritária".

Em comunicado hoje divulgado, as autoridades referem que a equipa "irá integrar os responsáveis regionais da Guarda Nacional Republicana (GNR), Polícia de Segurança Pública (PSP), Polícia Judiciária (PJ), Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF), Serviço de Informações de Segurança (SIS), Direcção-Geral da Autoridade Marítima e passará a funcionar já a partir da próxima semana".

Além destas forças e serviços de segurança, a equipa "contará ainda com a participação da Direcção-Geral dos Serviços Prisionais", acrescentou o Gabinete do Secretário-Geral do Sistema de Segurança Interna.

Na reunião de hoje, o Gabinete Coordenador de Segurança avaliou a situação de segurança e criminalidade na região do Algarve e definiu estratégias integradas e procedimentos concertados de prevenção e combate à criminalidade e insegurança na região.

A decisão de criar uma Equipa Mista de Prevenção Criminal para o Algarve surge dias depois do anúncio de que duas equipas do Corpo de Intervenção da PSP, agentes da Escola Segura e investigação criminal e cerca de 50 militares da Manutenção da Ordem Pública e da Unidade Segurança e Honras de Estado iriam reforçar a segurança no Algarve este verão.

A PSP disse ainda que os agentes afetos ao policiamento de proximidade que existem no Algarve, nomeadamente do projeto Escola Segura, e as equipas de investigação criminal vão ser direcionadas também para o reforço da segurança no Algarve para a operação “verão Seguro”, numa reorganização do efetivo motivada pelas férias escolares e judiciais.

Fonte da GNR adiantou também que no Algarve o número de efetivos foi reforçado a 01 de junho com um pelotão de Manutenção da Ordem Pública (24 militares) e a partir de 01 de julho chegará à região um segundo pelotão com o mesmo cariz e cerca de 20 militares da Unidade de Segurança e Honras de Estado, disse à Lusa o tenente coronel Luís Sequeira.

O reforço de cerca de uma centena de homens foi, no entanto, considerado insuficiente por responsáveis políticos, do turismo e do comércio da região, que têm manifestado nos últimos tempos preocupações com a insegurança que se vive na região.

Lusa

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