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Para além da visita aos 13 núcleos em funcionamento, o sacerdote procurou também visitar os sete grupos que já existiram mas que se “foram perdendo no tempo” e contactou igualmente com alguns párocos algarvios com o intuito de, juntos, lançarem e alargarem a “semente missionária” a outras paróquias da diocese algarvia. “Fui muito bem recebido por todos e percebi que, apesar dos tempos serem duma certa resignação espiritual, senti que há caminho feito e com realização pessoal e eclesial a vários níveis, e que agora é tentarmos, todos juntos, olharmos para a frente”, testemunha aquele responsável, agradecido aos párocos que o “acolheram e manifestaram a sua abertura”.

O padre Nuno Rodrigues explica ter deixado três “grandes desafios” aos grupos algarvios da LIAM. “A renovação e rejuvenescimento contínuo de cada grupo; que cada grupo já existente se empenhasse, em Ano da Fé, criar um novo grupo numa paróquia ou comunidade vizinha, e da nossa parte, missionários, haver uma maior proximidade e acompanhamento dos mesmos”, foram as propostas deixadas.

Desafios esses, que “foram aceites com a promessa de que em novembro, mês conclusivo do Ano da Fé, assistiríamos ao nascimento de mais 13 grupos da LIAM no Algarve”, testemunha o padre Nuno Rodrigues.

Convicto de que os objetivos serão alcançados, o sacerdote mostra-se confiante. “Acreditamos que esta chama missionária deve fazer-nos ao largo e de não termos medo de incendiar com o fogo do Espírito os corações dos homens de hoje”, sustenta.

A LIAM foi criada em Fátima, em 1937, pela Congregação do Espírito Santo para despertar e formar a consciência missionária entre os católicos portugueses.

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