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Augusto da Paz, presidente da cooperativa Formosa, revelou que o levantamento abrange quase 3000 dos cerca de 5000 profissionais dos viveiros e apanha de bivalves na Ria.

A interdição mantém-se em toda a zona interior nascente da Ria, de Olhão (Torre d’Aires) a Cacela, e na totalidade do litoral oceânico das ilhas-barreira, afetando todas as espécies de bivalves.

Relembre-se que a interdição, decretada no início da passada semana, deve-se à presença das toxinas ASP (que podem causa amnésia) e DSP (diarreia).

Rúben Oliveira com Lusa
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