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“Apelo a todos para que, nesta época, adotem comportamentos seguros e evitem os riscos, para que as nossas estradas sejam cada vez mais seguras”, disse Rui Pereira no final da cerimónia de assinatura de um protocolo no âmbito da prevenção da segurança rodoviária, celebrado entre o Governo Civil de Faro e o Autódromo Internacional do Algarve (AIA).

Segundo Rui Pereira, o objetivo é transformar as estradas em “locais amigáveis, sem mortos e sem feridos”, e recordou que “há cerca de 20 anos existia o que se chamava uma guerra civil nas estradas com um número elevado de mortos”.

“Fizemos um longo percurso onde decresceu esse número, mas queremos mais, ou seja, estradas sem mortos e sem feridos”, sublinhou.

Para o ministro da Administração Interna, a redução da sinistralidade começa “na educação das crianças”, e destacou a importância da educação desportiva do autódromo algarvio, porque, disse, revela “uma enorme preocupação pela educação desportiva e uma forte vertente de responsabilidade social”.

O protocolo prevê a realização de campanhas de sensibilização destinadas à prevenção da sinistralidade e promoção da segurança rodoviária, que serão concretizadas entre o AIA e o Governo Civil de Faro.

Uma das ações previstas, destina-se a premiar, com entradas para os eventos desportivos no autódromo, os condutores que nas operações policiais apresentem taxas zero de álcool no sangue, além de outros comportamentos considerados exemplares.

Durante a cerimónia a que também assistiram os secretários de Estado da Administração Interna, da Protecção Civil, vários governadores civis e autarcas, foram entregues os prémios do concurso “Na Faixa de Rodagem”, a que concorreram alunos de várias escolas do país.

O ministro da Administração Interna considera que as campanhas de prevenção de segurança rodoviária têm sido fundamentais para a redução da sinistralidade, “porque as mensagens têm passado aos condutores.

“Os progressos que se têm verificado em relação à segurança rodoviária tem muitas causas, como estradas mais seguras, crescimento da rede de autoestradas, maior segurança dos veículos e as campanhas de sensibilização, têm contribuído para que os condutores sejam mais conscientes”, conclui Rui Pereira.

Lusa

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